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terça-feira, 24 de maio de 2011

Feed-se

Das poucas unanimidades sobre a Internet hoje em dia é ninguém tem tempo para ler tudo o que gostaria ou precisa. Há informação demais para as poucas horas de que dispomos. Por isso foram criados os agregadores de notícias, que reduzem tremendamente o seu esforço e tempo gastos na visitação dos sites que você mais navega. Pessoalmente, não gosto do termo agregador de notícias, e torço para que não pegue no Brasil. Mas se você já ouviu falar em Feed, Atom, RSS, XML e Syndication, é disso que estamos tratando. Agora, se isso é novidade, fique atento, pois logo será parte da sua vida.

Primeiro vamos tentar descomplicar: feed, em inglês, quer dizer alimentador, syndication é uma empresa que distribui notícias para revistas e jornais; para quem é do ramo, uma agência de notícias. Já RSS é uma extensão de arquivo semelhante ao XML, que já foi sigla de RDF(Resource Description Framework) Site Summary (RSS 0.9 and 1.0), passou a Rich Site Summary (versões 0.91 e 1.0) e hoje é a abreviatura de Really Simple Syndication (RSS 2.0). Então estamos falando de uma forma de alimentar, automaticamente, uma agência de notícias. A SUA agência de notícia particular.

Sei que parece enrolado, mas a idéia central é facilitar a sua vida. O que este agregador de notícias faz é checar, em intervalos regulares, as novidades postadas nos sites que você mais visita e mandar tudo para um único local, criando um “jornal pessoal”. Por isso gosto mais do termo “webagência de notícias” para denominar este processo. No caso de uma notícia ou de um post, por exemplo, você escolhe se quer receber apenas o título, um pequeno resumo ou a notícia toda. E nada fica lento ou pesado, porque ele cria apenas links diretos com os sites originais.

Essa possibilidade de escolha já existe em portais como My Yahoo! e Google, e em browsers como Mozilla Firefox, Safare e Opera. É verdade que no começo dá um pouco de trabalho porque você tem que informar quais sites freqüenta e que sessões gosta de ler, mas depois vale a pena. Alguns desses programas já estão integrados a clientes de e-mail, como Outlook, Eudora e Mozilla Thunderbird. O postcast iTunes, da Apple, também já está adaptado e logo será comum acompanhar as notícias via palm e celular. A tendência, não tenho dúvidas, é que os feeds substituam, em muito pouco tempo, as newsletters.

Se você é usuário do FireFox, por exemplo, já deve ter reparado neste quadradinho laranja que aparece ao lado do endereço da página. É este ícone que identifica um site inscrito em um leitor de feed. Aliás, você vai começar a encontrá-lo com cada vez mais freqüência nas páginas que visita, como neste blog. Basta você clicar nele para passar a receber as novidades no seu e-mail ou no seu "jornal pessoal". Sei que o mecanismo ainda é muito novo e, com isso, é comum ocorrerem alguns bugs. Mas logo estará tudo ajustado e o procedimento será tão mais simples do que o sistema de aviso por listas ou newsletters, que todos devem aderir. É questão de tempo...de pouco tempo.

Ah! Para os leitores que buscam informação técnica, eu recomendo o site do Bruno Torres, que me ajudou muito a desvendar todo este "mistério".

http://web2brasil.blogspot.com/

Isto é Inteligência Coletiva

Fiquei sabendo pelo IDG Now que o MySpace é, hoje, o site mais visitado pelos internautas norte-americanos, ultrapassando até mesmo o Yahoo!Mail. Isso é um reflexo claro de que a interação é um caminho sem volta. Entretanto, nunca é demais lembrar que a convergência pura e simples de ferramentas e de tecnologia não é capaz de promover a interação entre as pessoas e a geração do conhecimento.

É preciso distingüir bem as coisas. A possibilidade de utilizar vários tipos de ferramentas em um mesmo meio é uma necessidade - fundamental -, pois facilita e permite que o trânsito da comunicação flua sem “engarrafamentos”. Sem tantos obstáculos, quem estiver disposto a compartilhar conhecimento e agregar informação, sairá ganhando. Mas aqueles que pensam que basta juntar tecnologia no mesmo ambiente para promover interação, dará com os burros n’água.

Veja o que aconteceu com o artigo Esperando agosto chegar, postado neste blog e republicado pela Webinsider. O pessoal da PHP-Nuke Brasil (CNB) publicou o artigo na comunidade deles, acrescentando, no final, uma informação que eu não detinha – a participação de dois membros da comunidade no projeto. É claro que este dado pode não interessar ao público em geral, mas é de extrema relevância no registro da trajetória do trabalho dos membros deste grupo.

Isto é Inteligência Coletiva. Isto é Web 2.0. Isto é wiki (what.I.know.is). Em bom português, “O que eu sei é...”

http://web2brasil.blogspot.com/

A internet da colaboração

Por mais que a internet seja nova – sua popularização no Brasil, por exemplo, deu-se em meados dos anos 90 – ela já traz em sua história fases que, apesar de confusas, podem nos ajudar a entender sua evolução. Atualmente, vivemos na era da Web 2.0, mas sem termos certeza se a Web 1.0 existiu e se a 3.0 está por vir. Abordar a internet como objeto de estudo pode não ser tão divertido como é tudo que ela nos possibilita, mas não deixa de ser importante. Muito do que foi dito até hoje sobre a internet não era baseado no conhecimento empírico, porém com o passar do tempo, é cada vez mais fácil falar de internet com autoridade.

Antes de pensarmos na Web 1.0 ou imaginarmos como será a 3.0 é preciso esclarecer bem o que é a chamada de Web 2.0. Em 2004 a empresa O’Reilly Media criou o termo para classificar a internet baseada na colaboração. Sites em versão beta a espera de mudanças sugeridas por usuários, redes sociais, compartilhamento de informação, mecanismos de busca e software livre são os pilares do que chamamos de Web 2.0. Com ela, o papel passivo do internauta que limitava-se a atividades como ler e se informar na internet, passou a ser mais ativo com a inserção de conteúdo na rede. As notícias não precisam mais dos horários dos jornais para tornarem-se públicas, os amigos tornaram-se virtuais, os jornalistas competem com os blogueiros e é cada vez mais raro encontrar na internet conteúdo que não possa ser alterado ou compartilhado.

Ao entendermos a Web 2.0, podemos levantar alguns aspectos que seriam as principais características para sua versão 1.0. Como não existia definição para o que veio antes da era atual, pressupõe-se que sites estáticos, que não permitiam nenhum tipo de interação nem mesmo comentários, eram a base desta geração. Nesta era, não havia contribuição com o conteúdo e tudo o que era desenvolvido, como os softwares, por exemplo, eram engessados. A Web 1.0 foi um marco por ser o primeiro contato de milhões de pessoas com a rede.

É uma tarefa difícil a de imaginar como será a próxima geração da internet. Contudo, podemos levar em consideração as melhorias que podem acontecer na Web 2.0 para o surgimento da terceira geração da World Wide Web. Um ponto em especial deve ser observado: a organização e interpretação de tanta informação disponível na internet. Por mais que mecanismos como Google se aprimorem cada dia mais, eles não são capazes de organizar os conteúdos nem de interpretar a intenção do usuário quando este não consegue ser específico. Atualmente, as palavras-chave são responsáveis pelos resultados retornados nas pesquisas feitas na internet. Se por exemplo, a palavra “corredor” é pesquisada, você terá como resultado o corredor de uma casa, por exemplo, e também algum atleta praticante de corridas. A Web 3.0 parte do princípio de que a internet será capaz de interpretar ao invés apenas de entender.

Independente da classificação que a internet recebe nos dias de hoje, a única certeza que se tem é a de que vivemos a era da colaboração. A era da informação em tempo real, onde alguém que estava por perto tirou uma foto pelo celular e compartilhou com milhões de pessoas através de um clique. Mas também é a era onde alguém doente escreve os sintomas do que sente no Google e encontra milhares de supostos remédios para seu problema. O importante é saber que ao contrário das máquinas, o homem ainda é capaz de interpretar e escolher aquilo em que acredita.

Retirado: http://www.ceviu.com.br/blog/info/artigos/a-internet-da-colaboracao

terça-feira, 26 de abril de 2011


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By Ferramentas Blog

web 2.0 BLOG

Um blog é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou posts. Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
O lado bom do blog é poder encontrar pessoas que têm o mesmo pensamento que a gente. Ou que têm pensamento diferente. Gosto dos blogs porque com eles sei o que as pessoas pensam. Aprendo num só post coisas que dezenas de livros não me informariam. Ou que levaria muito tempo folheando-os para aprender.Escrevo no comentáriio e tenho a resposta quase logo em seguida. Converso amigavelmente com pessoas que jamais poderia encontrar.Enfim, encontro amigos.
Ainda, em sua gama de vantagem do blog que ele é um site que já vem pronto, basta você criar uma conta blog em um administrador de blog, como o blogger, um blog muito conhecido onde você poderá criar blog com seu perfil.
A desvantagem do blog em relação ao site é que, na maioria das vezes, o gerenciador de conteúdo que vem na ferramenta do blog pode limitar o layout, coisa que não acontece no site, cuja possibilidade de personalização é maior.
            Influencia quando aplicado da melhor maneira possível, o professor pode distribuir vários temas na sala de aula e propor que os alunos postem durante a semana inúmeras matérias relacionadas ao tema, sendo que a outra equipe deve-se comentar a matéria do outro. Se torna muito interessante e o aprendizado flui de forma fácil e interessante.